terça-feira, 13 de setembro de 2016

Biografia de Ermelino Matarazzo


                                         Biografia de Ermelino Matarazzo
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Conforme Ronaldo Costa Couto, Ermelino tinha ampla aceitação familiar para ser o natural sucessor do empresário que fundara o império Matarazzo.
Durante o primeiro conflito mundial, enquanto seu pai manteve-se na Itália administrando o abastecimento e controle de alimentos na região de Nápoles, Ermelino liderou comissão criada no Brasil para coletar contribuições ao esforço de guerra italiano.[3 Durante os quatro anos que liderou o grupo Matarazzo no Brasil, o faturamento quase dobrou, aproveitando a conjuntura para manter o contínuo crescimento do grupo e otimizar resultados.
Para Assis Chateaubriand, era uma grande esperança para a indústria brasileira.
Morreu em acidente automobilístico quando em viagem de férias, em Bruzolo, perto de Turim, em 25 de janeiro de 1920.Solteiro, não deixou filhos.
Com sua morte, Francisco Matarazzo escolheu seu penúltimo filho, Francisco Matarazzo Júnior, para sucedê-lo, o que inicialmente gerou muita resistência na família.
Em 1926 foi inaugurada a Estação Ferroviária Comendador Ermelino Matarazzo em sua homenagem, sendo que ao longo dos anos o local nas proximidades passou a ser conhecido como Ermelino Matarazzo.
É também homenageado com nome de rua com a grafia "Hermelino Matarazzo", uma das principais ruas da região Além-Linha, em Sorocaba.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Historia ErmelinoMatarazzo 12/09/2016


 

                            Historia Ermelino Matarazzo 12/09/2016
  

 A região de Ermelino Matarazzo começou a se desenvolver por volta de 1926, com a chegada da ferrovia e com a construção da estação ferroviária Comendador Ermelino Matarazzo, na época correspondente ao desenvolvimento industrial de São Paulo. Tanto que as indústrias Matarazzo e Cisper instalaram suas fábricas no local. As áreas ao redor da estação foram loteadas e transformadas em vilas (como o Jardim Berlim, atual Jardim Belém).No entanto, o processo de industrialização durou pouco, devido ao fato de que as indústrias passaram a preferir bairros próximos às rodovias, o que alterou radicalmente o perfil da região. Por oferecer terrenos mais baratos, e sem infra-estrutura, passou a receber uma grande massa de trabalhadores nordestinos e posteriormente italianos, atraídos pela Indústria da família Matarazzo, logo transformou-se em um bairro predominantemente residencial. Posteriormente, com a construção da Rodovia dos Trabalhadores, atual Rodovia Ayrton Senna, e com a proximidade do Aeroporto Internacional de Cumbica, o bairro voltou a receber indústrias, sobretudo químicas, que continuam funcionando na região. No entanto, segue aumentando o número de estabelecimentos comerciais e de serviço, refletindo a tendência à terceirização que ocorre por toda a cidade.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Alunos de Escola em Ermelino fazem mutirão de limpeza




05/09/2016
MUTIRÃO ESCOAL ERMELINOConhecer, agir e transformar é o lema dos estudantes do Ensino Médio da E.E. Pedro de Alcântara Marcondes Machado, situada no bairro Vila Paranaguá, zona leste da capital paulista. Partindo dessa premissa, os estudantes se reuniram para limpar e revitalizar a praça que fica no entorno da escola.
“Nós sempre tivemos a vontade de limpar a praça. Marcamos uma reunião na Subprefeitura de Ermelino Matarazzo e lá fomos informados que algumas placas sobre limpeza e lei haviam chegado. Aí marcamos um dia, nos reunimos e fizemos essa parceria com eles”, conta Nicoly Silva Prata, presidente da agremiação.
A ideia foi dar uma “tapa” no visual da praça e proporcionar maior segurança aos alunos e comunidade escolar. “Nos dividimos e cada um ficou com uma parte do projeto”, conta Nicoly. “Nós somos muito carentes nessa questão ambiental, então eu acho que cada ação que a gente tem pensando em melhorar o meio ambiente, pode nos proporcionar algo positivo”, afirma Marcelino Ancelmo Brandão, aluno da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da escola e participante voluntário do Grêmio Estudantil. “Eu me deparei com essa galera do grêmio que é superativa e achei importante me envolver também”, revela o aluno, que coordena a horta escolar da unidade de ensino.

Durante o mutirão de limpeza, o grupo gremista contou com o apoio de membros da comunidade escolar e de dois ex-alunos da escola estadual: Iris e Marco. “Nós nos conhecemos na escola em 2000.
Na época, também fazíamos parte do Grêmio Estudantil. Aí nos casamos, formamos uma família e, recentemente, fomos procurados pela professora Jô para uma parceria. E desde então a gente tenta dar suporte para os alunos nessa questão de plantar, cultivar e adubar a planta”, conta Iris. “Eles estão sempre com a escola ajudando na horta escolar”, afirma Josmilia Lionel, professora de Língua Portuguesa da unidade de ensino.